|

05/02/2010 (sexta-feira)
Afeto e Limite: Uma vida melhor para pais e filhos (Artigo nº 7)
Crianças de hoje não conseguem imaginar como os seus avós viviam sem fax, telefone celular, internet. Os recursos tecnológicos e os canais de comunicação mostram extraordinárias transformações, mas grande dos dilemas e queixas entre as gerações permanece.
11/12/09 (sexta-feira)
Para Educar é Preciso Mudar (Artigo nº 6)
Quando você decide usar maior rigor na educação dos filhos parece que a sua mudança não adianta? Antes você sequer conseguia deixá-los de castigo? Agora compreende a importância de colocar limites rigorosos.
19/11/09 (quinta-feira)
Ensine seu filho a se valorizar pelo que é (Artigo nº 5)
Os filhos são um poço sem fim de demandas: eles querem ter coisas, eles querem fazer coisas, eles querem, eles querem e eles pedem tudo o que querem sem o menor constrangimento.
06/11/09 (sexta-feira)
Quem escolhe a escola? (Artigo nº 4)
A família vive hoje uma crise de identidade. Embora seja bem grande o número de pessoas que criticam os pais, como se fossem eles os únicos culpados por quaisquer atos inadequados dos filhos, nunca houve nas gerações anteriores pais tão preocupados com a democratização da relação.
22/10/09 (quinta-feira)
Inversão de valores (Artigo nº 3)
Vivemos numa época em que a inversão de valores está muito presente em nosso cotidiano. Nós, responsáveis e educadores, às vezes, lembramo-nos de um passado muito diferente dos dias atuais em que na maioria das vezes, nunca tínhamos razão e estávamos sempre errados perante os “mais velhos”.
05/10/09 (segunda-feira)
Bullying – a negação da amizade, do cuidado e do respeito (Artigo nº 2)
O tema da violência nas escolas tem despertado inúmeras discussões e reflexões entre educadores de todo o mundo. Com extrema perplexidade, somos espectadores silenciosos diante da agressividade humana – quase diária – exemplos da ausência de amizade e respeito entre crianças e jovens.
22/09/09 (terça-feira)
Família e Escola: parceria necessária (Artigo nº 1)
Por cerca de dois séculos, família e escola viveram em lua-de-mel. O que a escola determinava, fossem tarefas ou sanções, a família endossava. Assim, crianças e jovens sentiam, nas figuras de autoridade que as orientavam, coesão e homogeneidade. Com isso, o poder educacional das duas instituições alimentava-se mutuamente.
|